Antes que Suma

Carente de melhorias, Santa Eugênia é exemplar de um tempo em que prédios-moradia dialogavam com a cidade

Por Jota | 15 de junho de 2016

Três pisos, grandes janelas, varandas, muro baixo, jardim e o testemunho de um tempo em que prédios residenciais tinham conexão com a rua, com a cidade.

O edifício Santa Eugênia, na Rua Doze de Outubro, no limite entre Graças e Aflitos, é um “estranho” no mundo verticalizado e uniformizado que engoliu a Zona Norte e outras áreas do Recife.

O pequeno prédio está visivelmente carente de pintura e “rejuvenescimento”, mas mantém um estilo simples e cada vez mais raro na arquitetura de moradia.

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