Antes que Suma

Tapumes de obra paralisada engolem paisagem e Memorial de Medicina

Por Jota | 26 de julho de 2016

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O casarão que abrigou o curso de medicina da Universidade Federal de Pernambuco entre 1927 a 1958 é uma preciosidade da arquitetura do Recife. Mas há pelo dois anos vem sendo “escondido” pelos tapumes do que deviam ser as obras das estações fluviais do Programa Rios da Gente.

Localizado na Praça Octávio de Freitas, ao lado do Rio Capibaribe, no Derby, o imóvel desapareceu. Não pode ser visto por quem vem da Praça do Derby em direção à Ponte Estácio Coimbra e à Madalena.
Apenas quem segue pela Rua Jenner de Souza pode apreciar a beleza da edificação, que hoje abriga o Memorial de Medicina de Pernambuco.

Informações da arquiteta Stela Barthel:
“Do arquiteto greco-italiano Giacomo Palumbo que fez também o Palácio da Justiça e a casa da esquina das ruas Amélia e Rosa e Silva. Fez obras também no Rio Grande do Norte e no Rio de Janeiro”.

O leitor José Kleber Cabral informa que no início do século XX funcionou no local o Grande Hotel Internacional, que, segundo ele, era muito famoso e bem frequentado. Depois é que tornou-se a Faculdade de Medicina.